Tabela do Minha Casa, Minha Vida 2026: faixas de renda, teto do imóvel e subsídio

As quatro faixas de renda do MCMV em 2026, o valor máximo do imóvel em cada uma, quem recebe subsídio e como descobrir a sua faixa em poucos minutos.
Atualizado em 26/10/2026
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Casal jovem sentado no chão do apartamento novo, entre caixas de mudança, olhando a planta do imóvel
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Em 2026, o Minha Casa, Minha Vida atende famílias com renda de até R$ 13.000 por mês em área urbana, divididas em quatro faixas. O imóvel pode custar até R$ 600 mil na Faixa 4, e o subsídio fica para quem ganha menos. Abaixo está a tabela completa e como descobrir a sua faixa.

Resumo rápido

  • Faixa 1 vai até R$ 3.200 de renda, Faixa 2 até R$ 5.000, Faixa 3 até R$ 9.600 e Faixa 4 até R$ 13.000.
  • Os limites de renda valem desde 01/04/2026, pela Portaria MCID nº 333.
  • O teto do imóvel subiu para R$ 400 mil na Faixa 3 e R$ 600 mil na Faixa 4, desde 01/01/2026.
  • Em São Paulo, as Faixas 1 e 2 compram imóvel de até R$ 275 mil.
  • Subsídio é para as faixas de menor renda. Faixas 3 e 4 ganham em juros e prazo, não em desconto.

Quais são as faixas de renda do Minha Casa, Minha Vida em 2026?

A renda que conta é a renda bruta familiar mensal, ou seja, a soma do salário antes dos descontos de todas as pessoas que vão comprar juntas. Não é só a sua renda. Casal que soma dois salários entra pela soma.

Os limites abaixo são os da área urbana, que é onde está São Paulo. Eles foram atualizados pela Portaria MCID nº 333, publicada no Diário Oficial da União em 01/04/2026.

FaixaRenda familiar mensalAntes (2025)
Faixa 1até R$ 3.200até R$ 2.800
Faixa 2até R$ 5.000até R$ 4.700
Faixa 3até R$ 9.600até R$ 8.600
Faixa 4até R$ 13.000até R$ 12.000
Limites de renda bruta familiar em área urbana. Fonte: Portaria MCID nº 333, de 30/03/2026.

Na área rural a conta é anual, e o limite máximo chega a R$ 162,5 mil por ano. Como a SÓLAR11 trabalha com imóveis urbanos em São Paulo, este guia foca na tabela urbana.

Qual o valor máximo do imóvel em cada faixa?

Aqui mora o erro mais comum. Você pode estar dentro da faixa pela renda e, mesmo assim, escolher um apartamento que passa do teto. Aí o imóvel não entra no programa. São duas aprovações diferentes: a sua e a do imóvel.

Os tetos foram aprovados pelo Conselho Curador do FGTS em novembro de 2025 e valem para contratações desde 01/01/2026.

FaixaTeto do imóvelEm São Paulo
Faixas 1 e 2de R$ 210 mil a R$ 275 mil, conforme a cidadeaté R$ 275 mil
Faixa 3até R$ 400 milaté R$ 400 mil
Faixa 4até R$ 600 milaté R$ 600 mil
Teto de valor do imóvel por faixa em 2026. Nas Faixas 1 e 2, cidades com mais de 750 mil habitantes ficam entre R$ 264 mil e R$ 275 mil.

É por isso que apartamento compacto funciona tão bem no programa em São Paulo. Um imóvel de 30 a 40 metros quadrados na Zona Leste ainda cabe no teto das faixas mais baixas. Você pode ver exemplos reais na nossa página de empreendimentos.

O que mudou em relação a 2025?

Mudaram duas coisas ao mesmo tempo, em momentos diferentes. Isso confunde muita gente, porque uma notícia fala do teto e a outra fala da renda.

  • Renda (abril de 2026): todas as faixas subiram. A Faixa 1 foi de R$ 2.800 para R$ 3.200, a Faixa 2 de R$ 4.700 para R$ 5.000, a Faixa 3 de R$ 8.600 para R$ 9.600 e a Faixa 4 de R$ 12.000 para R$ 13.000.
  • Teto do imóvel (janeiro de 2026): a Faixa 3 foi de R$ 350 mil para R$ 400 mil e a Faixa 4 de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
  • Faixa 4 maior: criada em 2025 para a classe média, ela agora vai de R$ 9.600 a R$ 13.000 de renda, com imóvel de até R$ 600 mil.

Na prática, famílias que em 2025 estavam fora do programa podem ter entrado agora. Se você simulou no ano passado e não deu, vale refazer a conta com a tabela nova.

Quem tem direito ao subsídio?

Subsídio é o valor que o programa abate direto do preço do imóvel. Não é empréstimo e não entra na parcela. Em 2026 ele pode chegar a R$ 55 mil, e a regra geral é simples: quanto menor a renda familiar, maior o subsídio.

  • Faixa 1: recebe os maiores valores de subsídio.
  • Faixa 2: recebe subsídio, em valor menor.
  • Faixas 3 e 4: não têm subsídio. A vantagem delas está nos juros abaixo do mercado e no prazo longo.

O valor exato depende da sua renda, da cidade e da análise da Caixa. Ninguém consegue te dizer o número final sem simular com os seus dados reais.

Como descobrir a sua faixa na prática?

Dá para chegar na sua faixa em poucos minutos, desde que você use os números certos. Siga esta ordem:

  1. Some a renda bruta de todas as pessoas que vão comprar juntas, antes dos descontos.
  2. Compare com a tabela de renda acima para achar a sua faixa.
  3. Confira o teto do imóvel da sua faixa antes de se apaixonar por um apartamento.
  4. Verifique o FGTS: três anos de carteira assinada, somados, ajudam nas condições do financiamento.
  5. Simule com a renda que você comprova, não com a que você recebe por fora.

Se preferir, o simulador do Minha Casa, Minha Vida faz essa conta por você, já com a tabela de 2026.

Onde a tabela costuma enganar quem está comprando em São Paulo?

A tabela é simples. O que complica é aplicar ela na vida real. Três situações pedem atenção:

  • Renda variável: comissão, hora extra e bico só contam se aparecerem na comprovação. Renda que você não comprova não entra na análise.
  • Mudança de faixa por pouco: quem ganha perto do limite, como R$ 5.100, sai da Faixa 2 e perde o subsídio. Vale entender o que muda antes de incluir ou retirar alguém da composição de renda.
  • Imóvel no limite do teto: um apartamento de R$ 280 mil fica fora das Faixas 1 e 2 em São Paulo, mesmo que a diferença pareça pequena.

Para entender o passo seguinte, que é a análise de crédito, veja nosso guia de aprovação de crédito na Caixa.

Perguntas frequentes

Qual é a renda máxima para entrar no Minha Casa, Minha Vida em 2026?

Em área urbana, a renda bruta familiar máxima é de R$ 13.000 por mês, que é o limite da Faixa 4. O valor soma a renda de todas as pessoas que vão comprar o imóvel juntas, antes dos descontos.

Qual o valor máximo do imóvel no Minha Casa, Minha Vida?

O teto é de R$ 600 mil na Faixa 4 e de R$ 400 mil na Faixa 3. Nas Faixas 1 e 2 o limite varia de R$ 210 mil a R$ 275 mil, conforme a cidade. Em São Paulo, o teto dessas duas faixas é de R$ 275 mil.

A Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida tem subsídio?

Não. As Faixas 3 e 4 não recebem subsídio. A vantagem delas está nos juros abaixo do mercado e no prazo longo de pagamento. O subsídio, que pode chegar a R$ 55 mil, fica para as famílias das Faixas 1 e 2.

Quando a nova tabela do Minha Casa, Minha Vida começou a valer?

Os novos limites de renda valem desde 01/04/2026, data de publicação da Portaria MCID nº 333. Os novos tetos de valor do imóvel valem desde 01/01/2026, após decisão do Conselho Curador do FGTS.

Próximo passo: descobrir a sua faixa com os seus números

A tabela diz onde você provavelmente está. A simulação diz quanto você consegue financiar, qual subsídio recebe e quanto fica a parcela. Não é automático e a palavra final é da Caixa, mas saber a sua faixa hoje evita perder tempo com imóvel fora do seu teto. Faça a sua conta no simulador gratuito ou conheça as regras completas na nossa página do Minha Casa, Minha Vida.

Fontes: Portaria MCID nº 333, de 30/03/2026, no IRIB; Confederação Nacional de Municípios; CNN Brasil, teto das Faixas 1 e 2. Valores conferidos em 18/09/2026.

Conteúdo informativo, revisado com base em fontes oficiais na data de atualização indicada acima. Simulação não é aprovação de crédito: a análise e as condições finais são da Caixa. SÓLAR11 Imobiliária, CRECI 052903-J.

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